ࡱ> 4635@}-bjbj2244XX}%2222222Fjjjj v Fo%Rw2ttt22)t 22t22 IЗIj~6?0oCCFF2222C2("FF$j FFjOs testemunhos que seguem abaixo foram contados por um ancio do Jd. Mimar de So Paulo que atendeu o culto na minha comum (Central de Sorocaba/SP) na sexta feira 14/04. Essas obras aconteceram com ele prprio. Ele contou que certa vez sua me se recusou a atender uma mulher na porta da sua casa. E essa mulher ento disse que era de centro, e iria fazer um trabalho para aquela famlia. A partir daquele dia, a sua casa passou a ser apredrejada todas as noites. Portas e janelas abriam e fechavam sem ningum colocar a mo. Vultos caminhavam dentro da casa. Abutres voavam dentro da casa. At que a loucura se apossou da me dele. Ela ficava cinco, seis dias andando pelo mato. Quando o pai dele a encontrava, ela estava toda machucada. Muitas vezes o pai dele chegava a casa e encontrava todos os filhos amarrados numa rvore, e a me batendo neles com varas e paus. Ento um dia a me dele preparou um copo de veneno para tirar sua vida. Ento o irmo que era um menino, agarrou em sua perna. Ela ouvia uma voz que dizia: vai, toma logo, e acaba com tudo, s assim voc vai ter paz na terra. E outra voz dizia: no, no faa isso, quem que vai cuidar desse menino? E aquele veneno no teve poder sobre sua vida. Mais algum tempo depois e ela se encontrava em grande aflio. Saiu da casa, olhou para o cu e disse: Deus, as pessoas dizem que voc existe, elas dizem que voc mora ai em cima. Se voc realmente existe, nos tira desta situao. Bem, eles moravam no serto do Paran. Depois de trs meses, ela estava dentro do Brs, num batismo. A igreja muito lotada. Ela dava algum trabalho, tirando a comunho das irms. Ento uma voz dizia: "o que voc est fazendo aqui? Esse povo no est gostando de voc, vo te colocar pra fora". Ento ela tentou fugir pela porta principal da igreja. Foi cercada por 4 soldados fortemente armados. Saiu correndo e tentou sair pela porta lateral das irms. Foi cercada por 4 soldados fortemente armados. Eles a empurraram pela escadaria, at ao tanque. J dentro das guas, ela deu algum trabalho para os irmos. Mas com o clamor da igreja, eles conseguiram batiz-la. Ela desceu s guas gritando com o esprito maligno, e subiu das guas falando a linguagem dos anjos. O irmo tambm contou que ele no tinha nada. Andava nas ruas catando papel, comendo legumes estragados que ficavam embaixo das bancas na feira. Mas que um dia, andando na rua, ele ouviu uma voz que prometeu tir-lo daquela situao. Ele foi trabalhar no setor de engenharia de uma empresa canadense. E no para glria dele, mas Deus deu a ele casas carros, apartamentos. Um dia no seu servio, recebeu um telefonema da sua casa. Ele teria que ir para l resolver algum problema. Quando chegou portaria da empresa, chovia muito e estava tudo alagado. Passou um caminho que estava saindo da empresa e ele pediu uma carona. Foi em cima, na carroceria. O alagamento era tanto, que as guas passavam por dentro da cabine do motorista. Ele disse ao motorista que quando o caminho sasse do caminho dele, ele pediria para descer. Mas o caminho fez exatamente o caminho da casa dele. Quando chegou esquina da casa dele, ele deu sinal que iria descer. O caminho parou, e ele pulou. Quando ele se virou para agradecer a carona, o caminho havia desaparecido. Ele contou ainda que havia um irmo que estava fazendo umas entregas. Ento o Senhor mandou esse irmo descer por uma rua que no estava no itinerrio dele. Enfim, ele obedeceu. Numa certa altura, encontrou um telefone pblico, e um moo debruado sobre o orelho. O Senhor mandou o irmo ir at o moo. O irmo chegou, pediu licena, disse que iria telefonar. O moo se virou, eram conhecidos, se saudaram. Ento o moo disse que no estava nada bem. Que ele no sabia o que seria da vida dele. Que s ele servia a Deus na casa dele, o pai estava desempregado, a me estava desempregada, e ele estava desempregado. E que o Senhor havia prometido que at sexta feira abriria uma porta na vida dele. E j era sexta feira, 4 horas da tarde, e nada havia acontecido. Ele disse que no tinha coragem de voltar para casa e ser zombado. Ento o irmo o convidou para terminar de fazer aquelas entregas e irem conversando pelo caminho. Entraram numa empresa, fizeram a entrega. Foram para outra empresa, o dono da empresa os recebeu. "Ol, tudo bem? Tudo bem, quem no est bem o meu amigo aqui, ele est meio triste, pois est desempregado." Ento aquele homem disse: "no, ele j est empregado". A virtude tomou tanto aquele moo que ele comeou a chorar ali mesmo. Aquele homem continuou dizendo: "olha, s que no podemos pagar muito por enquanto, mas voc vai crescendo aqui dentro... 1.800 reais est bom para voc comear?". O moo no se continha, at o irmo ficou espantado, e disse quele homem: "Fulano, vc no sabe a situao em q esse moo se encontra, desempregado, e vc pergunta se est bom?" e o homem respondeu: "Olha, eu no sei o que est acontecendo aqui, e eu tambm nunca fiz isso, mas seu primeiro pagamento eu te dou agora. O ir. Ancio tbm disse que mais uma obra ele tinha q contar, pq. ele no se cansa de glorificar a Deus por ela: ele era mudo de nascena. Todos os seus irmos podiam dar glria a Deus, menos ele. Um dia, uma de suas irms veio a falecer. Sua me chamou todos os filhos e foram orar. A presena de Deus tomou todos naquela casa, e a menina ressuscitou. Todos glorificavam a Deus, e o irmo menino s gemia num canto. Ento a me dele orando disse: "Senhor todos os meus filhos podem te glorificar, menos este menino; tem piedade dele e tira um glria da sua boca", nesse momento todo o seu corpo comeou a se esquentar, como q pegando o fogo, e da sua boca saiu: Glria a Deus. E at hoje ele d glria ao nosso Deus. Bem, depois cantamos o hino para Palavra, e aps o hino ele contou: Uns moos estavam viajando. O guarda rodovirio os parou. "Boa tarde, boa tarde. Eu quero sua habilitao e os documentos do veculo." Os moos tinham deixado tudo em casa, saram sem nada. "Olha, vocs vo ter de ficar presos aqui", e um dos moos respondeu: "preso est voc: a paz de Deus irmo, msico, toca sax e est parado na graa. No culto do sbado, uma irm levantou testemunhar. Ela contou que h 27 anos o Senhor a chamou. Ela tinha 10 anos de idade. Estava fazendo aniversrio. Ela foi numa reunio de jovens e menores, e falou para o Senhor que queria tanto que seus pais lhe fizessem uma festinha de aniversrio, mas no tinham como fazer. Ento pela Palavra o Senhor dizia: hoje uma criana me pediu um presente, e eu vou te dar; ainda hoje te dou um presente. Ela pulava de alegria no banco. Saiu da igreja toda contente, falando com suas irms que ganharia um presente do Senhor. Naquele mesmo dia estavam caminhando rumo a uma determinada igreja onde teria uma reunio para mocidade tarde, mas por preparao de Deus elas acabaram chegando central de Sorocaba, e estava tendo um batismo. E o Senhor dizia: menina, hoje te dou o seu presente. Ento ela saiu correndo em direo ao vestirio. (A irm citou os nomes dos irmos, ento creio que eu tbm possa cit-los). Ela disse que o saudoso ir. ancio Milton a segurou na escada e perguntou: "menina, quantos anos voc tem?". "tenho 10"..."seus pais esto aqui?"..."no, no esto"....."e voc selada com a promessa?"...."no, no sou"...."ento voc no pode se batizar, no tem 12 anos e no selada".....e ento o Senhor dizia atravs do saudoso ir. ancio Fernando Afonso que estava na presidncia: "menina, o presente seu, venha tom-lo... e a menina agarrada com o ir. Milton comeou a chorar e dizia... "eu preciso pegar o meu presente", e nesse momento ela foi batizada pelo Esprito Santo. Bem, ento ela desceu s guas. Chegou em casa contente e foi dizer aos seus pais que o Senhor a havia chamado. Mas sua mame olhou para o cu e disse: "Senhor, que desgraa permitiu que acontecesse a minha filha; ainda criana e j se batizou". Ento ela disse: "mame, eu tenho certeza que o Senhor me chamou, e Ele vai me sustentar". Bem, depois desse dia a irmzinha comeou a passar por um prova terrvel. Sua mame a perseguia de todo jeito. Ela tinha que comer comida do cho, era queimada com o ferro de passar roupa, apanhava etc. Ento um dia, numa reunio de jovens ela falou com o Senhor: "Senhor, tu me chamaste na Tua graa para sofrer? Eu aceito Senhor. S quero uma explicao. Minha mame tambm tua serva, e porque ela faz tudo isso comigo? S uma explicao que eu quero." Ento o Senhor a respondeu: "menina, hoje voc vai falar com sua me. No tenha medo, fale tudo o que Eu te disser." Chegando em casa ela chamou sua me, dizendo que precisava lhe falar. Ento ela dizia: "mame, hoje o Senhor me mandou dar um recado pra senhora. Eu no sei porque a senhora faz tudo isso comigo. Mas eu te peo mame, se a senhora no me ama como filha, me ame como sua irm em Jesus Cristo." Nesse momento sua mame comeou a chorar, e disse: "filha, um dia eu vi seu pai se batizando, e com medo de perder o homem, eu fui me batizar sem o Senhor me chamar. Hoje eu vejo como voc serve a Deus. Eu queria servir a Deus igual a voc. Mas at com ferro eu j te queimei quando voc ia para a reunio de jovens, e voc saia de casa glorificando a Deus. Eu queria ser como voc". Ento as duas se prostraram para orar, e a menina rogava a Deus por sua me, e naquela orao o Senhor converteu o corao da sua mame, e a batizou com o Esprito Santo. Estes foram alguns dos testemunhos que ouvi neste final de semana. Perdoe por no serem de irmos de outros estados ou pases }-hDIhZCJ aJ }-$a$gd}-21h:p54X. 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